
Entre 05 e 12 de junho ocorreu o já tradicional Florianópolis Audiovisual do Mercosul, festival que reúne produções dos países da região. Com uma extensa programação, incluindo fóruns, mostra de curtas, programação infantil e exibição de longas, esta décima terceira edição foi uma das melhores, a começar pela mudança da sede do teatro do CIC para o Centro de Eventos da UFSC, o que melhorou muito o acesso do público pela estrutura e tamanho da sala. Como de costume, o FAM caracteriza-se como um evento cultural bastante democrático e que contempla a diversidade cultural dos países em questão.
O festival cumpre um papel muito importante dentro dos esforços de integração cultural do Mercosul, pois é uma espécie de buraco na fechadura dos países vizinhos, através do qual temos a rara oportunidade de conhecer as produções de países como Argentina, Uruguai e Chile, que infelizmente passam à margem da programação comercial de cinema. A produção audiovisual é um dos principais meios para firmar a identidade cultural que nos é complementar e muitas vezes comum entre os países latino-americanos.
Para Florianópolis, um evento cultural deste tipo só engrandece a cidade, ajudando a reduzir o estigma de que as relações com os países vizinhos fiquem apenas no âmbito turístico e também para que, finalmente, caiam as barreiras que nos separam dos demais países, seja por questões de preconceito, idioma ou puro desconhecimento destas outras culturas.
O festival cumpre um papel muito importante dentro dos esforços de integração cultural do Mercosul, pois é uma espécie de buraco na fechadura dos países vizinhos, através do qual temos a rara oportunidade de conhecer as produções de países como Argentina, Uruguai e Chile, que infelizmente passam à margem da programação comercial de cinema. A produção audiovisual é um dos principais meios para firmar a identidade cultural que nos é complementar e muitas vezes comum entre os países latino-americanos.
Para Florianópolis, um evento cultural deste tipo só engrandece a cidade, ajudando a reduzir o estigma de que as relações com os países vizinhos fiquem apenas no âmbito turístico e também para que, finalmente, caiam as barreiras que nos separam dos demais países, seja por questões de preconceito, idioma ou puro desconhecimento destas outras culturas.
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